sábado, 2 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Cinza
Dentre as ruas cinzentas
Os cachorros largados
Meio sorrisos e gargalhadas
O aroma de cafe
A melodia das mil vozes
A multidão a se esparramar
Os pensamentos rápidos e objetivos
Alguém sorve a primeira dose do dia
A vida vai...
Os cachorros largados
Meio sorrisos e gargalhadas
O aroma de cafe
A melodia das mil vozes
A multidão a se esparramar
Os pensamentos rápidos e objetivos
Alguém sorve a primeira dose do dia
A vida vai...
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Amadurar em essência
Ando nessas de não me caber em mim
Tudo que sempre amei
Entrou em desencanto
Tenho pressa de não sei o que
Desejo de desbravar e conhecer não sei a onde
Amar e ser feliz para todo o sempre com não sei quem
Uma nostalgia do vazio
Reclamações de gavetas
Tudo que sempre amei
Entrou em desencanto
Tenho pressa de não sei o que
Desejo de desbravar e conhecer não sei a onde
Amar e ser feliz para todo o sempre com não sei quem
Uma nostalgia do vazio
Reclamações de gavetas
(cifrão)
A ambivalência do momento
Se da entre a leveza e tormento
E tempo de escolhas
Ser para ter?
Ter para ser?
Se da entre a leveza e tormento
E tempo de escolhas
Ser para ter?
Ter para ser?
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Terror
Ontem o conheci
Seus olhos eram vermelhos
Ele tocava minha pele e meus cabelos
Tornava meus passos pesados
Meu coração então
Nem se fala
Não tem nome
Mas moradia
Vive em mim
As vezes quase desaparece em sua pequenez
Mas em momentos de descuido
Me mostra os dentes
Aterroriza com um simples toque
Sempre que se espreita
Torna as pessoas estáticas
Loucas e perdidas
Soltas e solitárias
Seus olhos eram vermelhos
Ele tocava minha pele e meus cabelos
Tornava meus passos pesados
Meu coração então
Nem se fala
Não tem nome
Mas moradia
Vive em mim
As vezes quase desaparece em sua pequenez
Mas em momentos de descuido
Me mostra os dentes
Aterroriza com um simples toque
Sempre que se espreita
Torna as pessoas estáticas
Loucas e perdidas
Soltas e solitárias
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
domingo, 4 de novembro de 2012
Sangue nos lábios
Quero viver em intensidade
Antes que seja tarde
Quero a mordida nos lábios
O calor do verão
O frio da chuva
A violência do dia-a-dia
A nudez da paixão
O ócio de domingo
O grito mudo do coração
As ruas cheias
Pessoas se achando é fundamentalmente se perdendo
Desejo tudo , já que o tudo é nada
Quero viver em grito
Chega de quietude
Nada de paz
Antes que seja tarde
Quero a mordida nos lábios
O calor do verão
O frio da chuva
A violência do dia-a-dia
A nudez da paixão
O ócio de domingo
O grito mudo do coração
As ruas cheias
Pessoas se achando é fundamentalmente se perdendo
Desejo tudo , já que o tudo é nada
Quero viver em grito
Chega de quietude
Nada de paz
Assinar:
Postagens (Atom)