Olha! Somos Iguais?...
Globalização...
Chega de conversa mole...
"Igualização"!
Francismar Prestes Leal Globalização...
Chega de conversa mole...
"Igualização"!
Recentemente me deparei com um texto, que questionava qual era o papel da juventude da nossa geração o texto inteiro se baseava em dizer que não temos grandes causas e somos extremamente individualista e que isso nos leva a uma vida vazia e incrivelmente sem sentido.
Pois bem , lhes digo , essa nostalgia de viver em uma época da qual não se e protagonista e muito normal, concordo que no seculo passado devido a uma maior polarização politica era mais fácil se posicionar e dizer que lutava por algo o mundo ainda não estava conectado pela internet o muro de Berlim se mantinha firme e forte e o apocalipse nuclear parecia uma realidade possível.Mas na época que vivemos as causas não se extinguíram pelo contrario não apenas continuas a existir mas também são muitas e mais difíceis de militar pois se torna cada vez mais árduo encontrar o mérito ou não dessas empreitadas antes era muito fácil definir uma posição principalmente pois nele ou se era comunista ou capitalista atualmente com maior pluralidade e transito de ideias e muito mais complicado se definir, o mundo se tornou menor e maior ao mesmo tempo, acredito que não vivemos um período sem grandes guerras e sem grandes revoluções pelo contrario esse mundo não se tornou apenas menor mas de certo modo maior como ele nunca fora antes, vivemos sim uma época onde tudo e possível, principalmente devido a internet que em tao pouco tempo mudou o modo de nos comunicarmos de aprendermos de ensinarmos essa democratização do conhecimento faz de nos jovens responsáveis por criar um mundo mais democrático tanto no âmbito regional melhorando nosso próprio bairro ate em causas globais.
Concluindo somos jovens globais com tudo que implica esse incrível novo mundo no qual vivemos , e bem acho que o papel de nos julgar sera da próxima geração.
dissertar sobre glórias e inglórias de gerações é infrutífero. aceitemos que somos a geração que somos, façamo-nos os melhores em sermos nós mesmos; filhos de grandes centros urbanos, adolescentes insurretos até na vida adulta
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